O empresário e publicitário Ricardo Fiuza Flores, ex-sócio do Green Valley e figura de destaque da música eletrônica em Santa Catarina, foi encontrado morto em seu apartamento em Balneário Camboriú na madrugada de quarta para quinta-feira (26/27 de novembro de 2025).
Segundo familiares, ele estava sem dar notícias desde segunda-feira (24), não atendia mensagens nem ligações, comportamento considerado incomum. Preocupados, parentes foram até o apartamento e o localizaram já sem vida.
As autoridades foram acionadas: o 12º Batalhão de Polícia Militar de Balneário Camboriú registrou a ocorrência; não havia sinais aparentes de violência, e o corpo foi encaminhado à necropsia pela Polícia Científica. A causa da morte ainda não foi divulgada oficialmente.

🎯 Trajetória e legado
Ricardo Flores tinha mais de 20 anos de atuação no mercado do entretenimento, sendo reconhecido por sua criatividade, investimento em cultura e por ajudar a transformar o litoral norte catarinense em um polo de música eletrônica.
Embora o clube Green Valley tenha sido fundado em 2007, ele entrou como sócio posteriormente e permaneceu no quadro societário até 2015. Sua saída, porém, não diminuiu sua influência — ele seguiu envolvido em diversos projetos de entretenimento e lifestyle.
Entre os empreendimentos associados a sua atuação estão — além do Green Valley — iniciativas como Dream Valley Festival, Magic Lagoon, Gastronic, Sonoro, Clube Ibiza, Enjoy, Lounge Green Valley, Hábbitat Praia Brava, entre outros. Todos contribuíram para consolidar o litoral catarinense como destino de turismo noturno e música eletrônica.
Seu trabalho — como investidor, publicitário e empreendedor cultural — foi apontado por diversos veículos como essencial para que Santa Catarina ocupasse lugar de destaque no cenário nacional e internacional da noite e dos grandes eventos.
🕯 Reações e repercussão
A notícia da morte de Ricardo causou comoção imediata entre amigos, artistas, produtores, frequentadores da cena noturna e admiradores de sua trajetória. Nas redes sociais, mensagens de pesar lembram sua energia criativa e seu papel pioneiro.
O Green Valley, clube que ajudou a projetar, divulgou nota lamentando a perda, reforçando que Ricardo “fez parte da nossa história e contribuiu para um capítulo importante da nossa trajetória”. A nota também expressou solidariedade à família e amigos.
Até o momento, não há informações divulgadas sobre os locais e horários de velório ou sepultamento. A família, segundo relatos públicos, ainda não optou por tornar esses dados públicos.
📰 Contextualização: o impacto de Green Valley e da cena eletrônica de SC
O Green Valley é reconhecido internacionalmente: o clube já figurou entre os melhores do mundo segundo revistas e rankings de música eletrônica, e ajudou a colocar Balneário Camboriú como destino global de nightlife.
A atuação de Ricardo e de outros idealizadores transformou não apenas o entretenimento: foi uma drenagem de investimentos, turismo, novos empreendimentos culturais e artísticos, gerando empregos e oportunidades. A cena que ele ajudou a construir inspirou uma geração de DJs, produtores e empreendedores — além de consolidar Santa Catarina no circuito nacional de grandes eventos.
✨ Homenagem e legado que permanece
Ricardo Flores se despede deixando um legado de inovação, trabalho duro e paixão pela cena eletrônica. Sua visão transformou espaços e mentes, e para muitos, ele representava a ponte entre sonhos e realização no mundo da música e entretenimento de SC. A cena perde um protagonista, mas o impacto de suas iniciativas segue vivo nas pistas, nos clubes, nos festivais e na memória de quem viveu essa história.








