A ícone de ‘Simply the Best’ viveu até os 83 anos e morreu de causas naturais na casa onde morava em Küsnach, na Suíça. Após anos de problemas de saúde chegou considerar o suicídio assistido, antes do marido, o produtor musical Erwin Bach, 67, doar o rim a ela.
“Em dezembro de 2016, meus rins estavam em uma nova baixa de 20% e mergulhando rapidamente. E eu enfrentei duas escolhas: diálise regular ou transplante de rim. Não era minha ideia de vida. Mas as toxinas do meu corpo começaram a assumir o controle. Eu não conseguia comer. Eu estava sobrevivendo, mas não vivendo’’, relatou Tina no livro de memórias ‘Tina Turner: My Love Story’.
“Comecei a pensar na morte. Se meus rins estivessem falhando e fosse hora de eu morrer, eu poderia aceitar isso. Estava tudo bem. Quando é hora, é realmente hora. Eu não me importava com a ideia de morrer, mas estava preocupada sobre como iria”, continuou.
Na publicação, Turner falou sobre os detalhes e questões legais do processo.
“Um dos benefícios de morar na Suíça é que o suicídio assistido é legal, embora o próprio paciente tenha que injetar a droga letal. Existem várias organizações que facilitam o processo. Me inscrevi numa só por precaução’’, explicou.
“Acho que foi quando a ideia da minha morte se tornou realidade para Erwin, ele agiu com emoção por não querer me perder, não querer que eu fosse embora”, disse a cantora. Então em 2017 ele ofereceu o rim.
“Éramos felizes e ele faria qualquer coisa para nos manter juntos. Fiquei impressionada com a grandiosidade da oferta”.
BANG Showbiz








