O caso chocou o Brasil e principalmente familiares da vítima. Na semana passada uma menina de apenas 9 anos de idade, vítima recorrente de violência sexual, pediu ajuda a mãe e mostrou quase duas dezenas de vídeos que gravou ao ser estuprada pelo padrasto.
Ao todo foram 17 vídeos, cenas das quais foram anexadas ao Boletim de Ocorrência registrado na Delegacia de Polícia Civil em Morada Nova de Minas, região Central de Minas Gerais, responsável pelo inquérito.
Após instauração do procedimento policial, um mandado de prisão foi solicitado à Justiça, que negou alegando que nas imagens não foi possível identificar o rosto do suspeito nem o da criança.
O principal suspeito é o padrasto da menina, que está solto. O genitor da vítima, segundo o Portal Italaia, disse ter tomado conhecimento dos abusos após ter sido procurado pela mãe da menina. “Dos 17 eu vi três, não aguentei ver o resto e não quero, o que eu vi é uma coisa absurda. Ele é um monstro”, afirmou.
“Tudo está com a polícia, não sei o que o juiz está esperando”, lamenta o pai. A Polícia Civil e Ministério Público pediram a prisão preventiva do homem, mas a Justiça indeferiu o pedido. No documento, o juiz disse que ‘o crime supostamente praticado ostente natureza grave e repugnante, a que se considerar que a prisão preventiva deve ser utilizada de forma excepcional’.








