Apesar da estação ainda ser ‘inverno’, a próxima terça-feira, 22, serão registradas temperaturas surpreendentes que podem chegar até 37°C em algumas cidades do Litoral Sul de Santa Catarina, além do sul do Brasil.
E esse realmente tem sido um inverno atípico, inclusive para quem vive na serra. Muita gente relata que sequer tirou o ‘pelego’ do guarda roupa. Casacos, cachecóis e roupas quentes foram substituídas pro vestimentas de verão e praias registraram públicos jamais vistos em tamanha quantidade para a época do ano.
Segundo informações do Conexão Geoclima e MetSul Meteorologia, grande parte do território brasileiro será envolvida por uma massa de ar excepcionalmente quente, marcando temperaturas históricas e potencialmente recordes para o mês de agosto.
Os modelos meteorológicos estão alinhados, prevendo temperaturas que oscilam entre 30-34°C para o sul do Brasil. No entanto, as condições combinadas de calor excessivo, baixa pressão atmosférica e alta umidade podem criar um ambiente propício para fenômenos meteorológicos severos.
E entre esses fenômenos que assusta pelo poder de destruição, estão as chuvas intensas em curtos períodos, descargas elétricas, vendavais e granizo. Em situações isoladas, até microexplosões e tornados podem ocorrer.
A onda de calor extremo será sentida não apenas no Sul, mas também nas regiões do Centro-Oeste e Sudeste, com temperaturas chegando e até superando os 40°C. Em Santa Catarina, o Oeste Catarinense espera temperaturas entre 32ºC a 34ºC na quarta-feira.
Entretanto, áreas do Sul Catarinense e do Vale do Itajaí podem presenciar temperaturas entre 35ºC a 38ºC. Porém, uma reviravolta está prevista para a sexta-feira, 25. Uma frente fria avançará pelo Sul, fazendo com que as temperaturas caiam significativamente em muitas áreas do Sudeste, enquanto o frio se intensificará no Sul.
Em contrapartida, o calor persistirá em grande parte do Centro-Oeste e no Norte de São Paulo. A recomendação é clara: a população deve ficar atenta aos boletins meteorológicos e seguir as orientações dos especialistas.
A situação, embora desafiadora, está sob observação constante, e novas informações serão compartilhadas pelas redes sociais dos órgãos de monitoramento.








