favorecendo a participação ativa de todos os envolvidos.
Para Candemil, o encontro reforça o caráter formativo e inclusivo do projeto. “A música é uma linguagem que abraça, acolhe e conecta. Trazer a tradição bantu para uma oficina especial como essa é também reconhecer o direito de todos ao acesso à cultura, às heranças rítmicas e ao fazer musical. Cada gesto, cada som e cada descoberta compartilhada ampliam nossa compreensão sobre identidade e coletividade”, afirma.





