Na tarde desta terça-feira, 23 de janeiro de 2025, a Polícia Civil de Ascurra, no Vale do Itajaí, prendeu um homem de 46 anos em cumprimento a um mandado de prisão, expedido pela Segunda Vara de Execuções Penais da Comarca de Itajaí.
O homem, que havia sido condenado a 7 anos, 11 meses e 28 dias de reclusão, foi sentenciado pela prática de estupro de vulnerável, um crime ocorrido no município de Itajaí.
Após os procedimentos legais, o condenado foi encaminhado ao sistema prisional de Blumenau, onde permanecerá à disposição da Justiça.
A Polícia Civil de Ascurra reforça a importância das denúncias à comunidade, garantindo sigilo absoluto para aqueles que desejam colaborar com investigações. O telefone para denúncias é (47) 9 9793-6769.
O CASO – O crime teria sido flagrado por turistas no mês de dezembro de 2018, quando o suspeito à época com 41 anos de idade, foi preso em flagrante. Segundo a Polícia Civil, ele era professor de Matemática da vítima, à época com 12 anos de idade. O suspeito foi flagrado beijando a menor de idade na praia.
De acordo com a delegada Inara Drapalski, da Delegacia de Proteção à Criança, Adolescente, Mulher e Idoso (DPCAMI) de Balneário Camboriú, a Guarda Municipal foi acionada por volta das 15h30 por banhistas na Barra Norte.
“As pessoas na praia se assustaram ao ver os dois aos beijos. Uma menina muito jovem, ainda franzina. Quando a Guarda chegou eles estavam de mãos dadas”, disse a delegada.
Segundo ela, os dois disseram que já conversavam há bastante tempo, trocando fotos, mas que na terça-feira teria ocorrido o primeiro encontro. A menina saiu de casa sem avisar a família e foi com o homem até a praia da cidade vizinha.
Na delegacia, a mãe da jovem foi chamada. Ela disse estar desconfiada que a menina estava mentindo para ela sobre sair com amigos ultimamente. O pai dela está preso.
A delegada pediu a quebra de sigilo do celular do professor, que não tem antecedentes criminais, para dar andamento às investigações. Ele trabalhava na rede municipal de Itajaí, com contratos temporários, desde 2015 e dava aulas para a menor de idade. A prefeitura disse que não tinha recebido reclamações contra o educador até então.
Fonte: Polícia Civil de Santa Catarina e G1








