DaniMeller.comDaniMeller.com

    Assinar para atualizações

    Receba as últimas notícias criativas da (nome da empresa) sobre arte, design e negócios.

    O que há de novo

    Ação no Sistema de Esgotamento Sanitário de Barra Velha promove cuidado com a saúde mental dos trabalhadores no Setembro Amarelo

    11 de setembro de 2026

    Casan alerta moradores sobre obras de esgotamento sanitário no bairro Itajuba

    10 de setembro de 2026

    Cultura e Tradição: Grupos de São João do Itaperiú encantam o Palco Cultural da 27ª Festa Nacional do Pirão

    8 de setembro de 2026

    São João do Itaperiú celebra o 7 de Setembro com desfile cívico

    8 de setembro de 2026
    Facebook Twitter Instagram WhatsApp
    Facebook YouTube WhatsApp Instagram
    DaniMeller.comDaniMeller.com
    • Início
    • Polícia
    • Política
    • Geral
    • Trânsito
    • Nacional
    • Internacional
    • Esportes
      • AirSoft Brasil
    • Entretenimento
    • Opinião
    DaniMeller.comDaniMeller.com
    Início » TERRITÓRIO – Entenda conflito Venezuela x Guiana e conheça o poderio militar de ambos
    Internacional 6 Mins Read

    TERRITÓRIO – Entenda conflito Venezuela x Guiana e conheça o poderio militar de ambos

    Os equipamentos da Guiana são antigos, como tanques da década de 1970 e morteiros da década de 1940.
    Redação6 de dezembro de 2023
    Compartilhe via... WhatsApp Facebook Telegram Twitter Email
    Embora considerado pouco provável por especialistas, um confronto direto oporia duas nações com capacidades militares drasticamente diferentes Foto: Reprodução/Guyana Defense Force/Gobierno Bolivariano de Venezuela.
    Compartilhe.
    Facebook WhatsApp Telegram

    Acesse nossos grupos de WhatsApp, salve nosso contato e fique por dentro de todas as notícias.

    Nos últimos dias, as tensões entre a Venezuela e a Guiana voltaram a crescer por conta da disputa pelo território de Essequibo. Embora considerado pouco provável por especialistas, um confronto direto oporia duas nações com capacidades militares drasticamente diferentes.

    Enquanto a Venezuela é o 6º país que mais investe na área militar no mundo, a Guiana está apenas na 152ª posição, segundo o The World Factbook, da CIA, a agência de inteligência americana. A vantagem se dá em pessoal e em equipamentos.

    Siga-nos no Instagram, clique aqui, acesse e compartilhe

    “As forças armadas da Venezuela são uma das mais equipadas da América do Sul; é uma superioridade colossal em comparação com a Guiana”, explicou Ronaldo Carmona, professor de geopolítica da Escola Superior de Guerra, em entrevista ao g1.

    Um eventual conflito teria impacto em outros países, diz Carmona: “Uma investida militar [da Venezuela] abriria portas para um conflito seja com os EUA ou seja com o Brasil impedindo passagem”.

    Os Estados Unidos e Brasil seriam arrastados para um eventual conflito: o Brasil está no caminho para a Venezuela chegar por terra à Guiana. Isso por si só já dificulta um plano de ataque, dada a neutralidade brasileira na disputa e a improbabilidade do presidente venezuelano Nicolás Maduro comprar briga com o presidente Lula a respeito do assunto.

    Ainda assim, a incursão na Guiana teria que ser por meio de mata densa e fechada, o que inviabiliza o avanço das tropas. Uma opção seria pelo mar.

    Todo esse cenário resulta em um custo político alto para Maduro, diz Carmona.

    A Força de Defesa da Guiana foi estabelecida em 1965 e é uma força unificada com componentes terrestres, aéreos e da guarda costeira, bem como a Reserva Nacional da Guiana. Os militares do país mantêm relações com Brasil, China, França, Reino Unido e EUA e boa parte de seus os oficiais são treinados pela Academia Militar Real Britânica.

    Seu efetivo total é de 3 mil soldados, de acordo com dados divulgados pela CIA. O envolvimento de outros países no conflito, no entanto, certamente elevaria esse número.

    Os equipamentos da Guiana são antigos, como tanques da década de 1970 e morteiros da década de 1940.

    Arsenal da Guiana — Foto: g1

    Citando o Instituto Internacional de Estudos Estratégicos (IISS), a Folha de São Paulo reportou que a Guiana conta com cerca de 6 tanques blindados, 54 equipamentos de artilharia, 3 barcos de patrulha e 3 helicópteros.

    Em comparação, a Venezuela possui 514 blindados, 545 equipamentos de artilharia, 25 barcos de patrulha e 118 helicópteros, além de 40 caças e 440 canhões antiaéreos.

    Venezuela

    A origem das Forças Armadas Nacionais Bolivarianas (Fanb) remonta ao ano de 1810 e atualmente conta com um efetivo de entre 125 mil e 150 mil militares ativos, incluindo entre 25 mil e 30 mil da Guarda Nacional, mostram dados da CIA.

    Contudo, este número pode ser muito maior considerando outras forças que podem entrar em ação no caso de um conflito: as milícias bolivarianas tem entre 200 mil e 225 mil integrantes, enquanto as polícias do país contam com cerca de 45 mil.

    O exército está equipado com tanques, caças e sistemas de defesa antiaérea.

    javascript:window[“$iceContent”]

    Arsenal da Venezuela — Foto: g1
    A origem do problema

    O território de Essequibo é disputado pela Venezuela e Guiana há mais de um século. Desde o fim do século 19, está sob controle da Guiana. A região representa 70% do atual território da Guiana e lá moram 125 mil pessoas.

    Na Venezuela, a área é chamada de Guiana Essequiba. É um local de mata densa e, em 2015, foi descoberto petróleo na região. Estima-se que na Guiana existam reservas de 11 bilhões de barris, sendo que a parte mais significativa é “offshore”, ou seja, no mar, perto de Essequibo. Por causa do petróleo, a Guiana é o país sul-americano que mais cresce nos últimos anos.

    Tanto a Guiana quanto a Venezuela afirmam ter direito sobre o território com base em documentos internacionais.

    A Guiana afirma que é a proprietária do território porque existe um laudo de 1899, feito em Paris, no qual foram estabelecidas as fronteiras atuais. Na época, a Guiana era um território do Reino Unido.

    Já a Venezuela afirma que o território é dela porque assim consta em um acordo firmado em 1966 com o próprio Reino Unido, antes da independência de Guiana, no qual o laudo arbitral foi anulado e se estabeleceram bases para uma solução negociada.

    Venezuela aprova anexar Guiana — Foto: Reprodução
    Referendo venezuelano

    No domingo (4), a Venezuela organizou um referendo no qual 95% dos eleitores presentes votaram para que o país incorpore ao mapa venezuelano o território de Essequibo, uma região de fronteira entre os dois países que é disputada há mais de 100 anos.

    A consulta teve cinco perguntas:

    1. Você rejeita a fronteira atual?
    2. Você apoia o Acordo de Genebra de 1966?
    3. Você concorda com a posição da Venezuela de não reconhecer a jurisdição da Corte Internacional de Justiça (veja mais sobre essa questão abaixo)?
    4. Você discorda de a Guiana usar uma região marítima sobre a qual não há limites estabelecidos?
    5. Você concorda com a criação do estado Guiana Essequiba e com a criação de um plano de atenção à população desse território que inclua a concessão de cidadania venezuelana, incorporando esse estado ao mapa do território venezuelano?
    Guiana pediu ajuda para a Corte Internacional de Justiça

    A Corte Internacional de Justiça decidiu na sexta-feira que a Venezuela não pode tentar anexar Essequibo e que isso vale para o referendo.

    A Guiana havia pedido para que a corte tomasse uma medida de emergência para interromper a votação na Venezuela.

    Em abril, a Corte Internacional de Justiça afirmou que tem legitimidade para tomar as decisões sobre a disputa. Esse órgão é a corte mais alta da Organização das Nações Unidas (ONU) para resolver disputadas entre Estados, mas não tem como fazer suas determinações serem cumpridas.

    A decisão final sobre quem é o dono de Essequiba ainda pode demorar anos.

    O governo venezuelano disse que a decisão é uma interferência em uma questão interna e fere a Constituição. A vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodriguez, disse que “nada vai impedir que o referendo agendado para o dia 3 de dezembro aconteça”. Ela também falou que, apesar de ter comparecido na corte, isso não significa que a Venezuela reconhece a jurisdição da Corte Internacional de Justiça sobre a disputa.

    Crédito: G1

    Destaques territóorio território venezuela
    Share. WhatsApp Telegram Facebook Twitter Email
    Previous ArticleIBGE diz que PIB do Brasil cresceu 3% em 2022, com Bolsonaro
    Next Article LATRONIS – PC e PM desmantelam bando que furtava e adulterava caminhonetes de luxo em Barra Velha

    Related Posts

    Ação no Sistema de Esgotamento Sanitário de Barra Velha promove cuidado com a saúde mental dos trabalhadores no Setembro Amarelo

    11 de setembro de 2026 Geral
    Leia mais..

    Casan alerta moradores sobre obras de esgotamento sanitário no bairro Itajuba

    10 de setembro de 2026 Infraestrutura
    Leia mais..

    Cultura e Tradição: Grupos de São João do Itaperiú encantam o Palco Cultural da 27ª Festa Nacional do Pirão

    8 de setembro de 2026 São João do Itaperiú
    Leia mais..
    Manter contato
    • Facebook 5
    • Instagram 16.4K
    • YouTube
    • WhatsApp
    Não perca
    Geral
    2 Mins Read

    Ação no Sistema de Esgotamento Sanitário de Barra Velha promove cuidado com a saúde mental dos trabalhadores no Setembro Amarelo

    Redação11 de setembro de 2026

    Em alusão ao Setembro Amarelo, mês de conscientização e prevenção ao suicídio, a equipe responsável…

    Leia mais..

    Casan alerta moradores sobre obras de esgotamento sanitário no bairro Itajuba

    10 de setembro de 2026

    Cultura e Tradição: Grupos de São João do Itaperiú encantam o Palco Cultural da 27ª Festa Nacional do Pirão

    8 de setembro de 2026

    São João do Itaperiú celebra o 7 de Setembro com desfile cívico

    8 de setembro de 2026

    Assinar para atualizações

    Receba as últimas notícias criativas da SmartMag sobre arte e design.

    Facebook Instagram WhatsApp
    • Início
    • Política
    • Mundo
    © 2026 by In9 Tecnologia.

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.