O Exército Brasileiro apura a participação de três militares que teriam supostamente ajudado no furto de 21 metralhadoras, das quais, 13 com poder de derrubar aeronaves. O armamento foi furtado do Arsenal de Guerra de Barueri, na Grande São Paulo. O furto, que teria ocorrido no feriado de 7 de setembro.
Nenhum dos armamentos havia sido recuperado até a publicação desta reportagem. As buscas contam com o apoio das polícias Civil e Militar.
Em sigilo, fontes de alta patente do Exército afirmam que os três militares, já identificados, teriam ajudado a colocar as armas de grosso calibre em um carro, usado para levá-las até um ponto de entrega.

Foto: Divulgação/Exército do Brasil
As armas tinham sido deixadas em uma Agrale Marruá, que estava estacionada na garagem do quartel do Comando Militar do Sudeste. O armamento teria sido utilizado na Operação Agulhas Negras 2023, treinamento realizado no Vale do Paraíba entre os dias 18 e 29 de setembro.
As investigações internas do Exército ainda checam se o trio foi corrompido por criminosos. Além dos três militares, todos os responsáveis pela fiscalização do arsenal, assim como seu controle, serão punidos disciplinarmente.
Fonte: Metrópoles








