João Edegar Vidal, acusado pelo assassinato brutal de Andreia Ribeiro da Silva, de 40 anos, foi julgado nessa segunda-feira, 11. O júri popular que o condenou a quase 30 anos de prisão, teve início às 9 horas, no Fórum da Comarca de Fraiburgo, no Meio-Oeste de Santa Catarina.
Segundo o Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), os jurados acolheram integralmente a denúncia e o homem que matou a companheira a facadas na frente de três filhos em Monte Carlo, foi sentenciado a 28 anos de reclusão.
Ele cumprirá a pena em regime fechado e não poderá recorrer em liberdade. O crime aconteceu no dia 25 de abril deste ano na cidade de Monte Carlo.
Andreia foi morta dentro da casa onde morava com a família. O crime ocorreu à noite e o marido após golpea-lá inúmeras vezes a deixou agonizando diante das crianças de um, dois e oito anos, respectivamente, e fugiu para a mata.
A Promotora de Justiça Andréia Tonin, conduziu a acusação, apresentando as provas dos autos e pedindo a condenação. “O Conselho de Sentença tomou a decisão que a sociedade esperava. Precisamos dar um basta na violência contra a mulher, e é necessário punir severamente os autores dos crimes”.
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João Edegar foi acusado por homicídio triplamente qualificado, com os agravantes de feminicídio, motivo torpe e meio cruel.
Mulher e marido discutiram
Segundo a denúncia, após uma discussão, o homem teria atacado a mulher com uma faca, desferindo-lhe 13 golpes que resultaram na morte por choque hemorrágico.
Desde a época dos fatos, o homem permaneceu preso preventivamente no Presídio Regional de Videira, atendendo ao pedido do MPSC. A prisão preventiva foi considerada necessária para garantir a segurança da sociedade e a continuidade do processo legal.








