Esse foi o terceiro final de semana seguido em que homicídios são registrados em Barra Velha, litoral Norte Catarinense, uma pequena cidade até então considerada bastante tranquila, mas, além dos crimes tirarem a paz dos moradores, os casos têm ganhado as manchetes dos principais jornais pela brutalidade dos assassinatos.
No primeiro crime da sequência, um homem foi executado a tiros dentro de um bailão, no segundo, outro foi assassinado a golpes de faca e teve três dedos mutilados. E agora, no terceiro, outro homem foi torturado, executado a tiro e o corpo foi jogado ao mar.
No caso mais recente, ciclistas passavam pelo local no sábado, 26, por volta das 14h50, quando no final da praia no canal da Boca da Barra na rua Doutor Armando Augusto Pascoal Petrelli, no bairro Quinta dos Açorianos, avistaram de longe algo que parecia ser um corpo humano boiando, até então suspostamente vítima de afogamento.
Eles então pediram apoio do Bombeiro Civil Heins, que estava no local com a família e acionou à Central do Corpo de Bombeiros Militar local, através do 193. O local foi isolado até a chegada da guarnição que recebeu apoio do helicóptero Águia da Polícia Militar de Balneário Camboriú, no tocante ao resgate do cadáver, já sem vida e com sinais de morte violenta.
O homem vestindo moletom, camisa e uma jaqueta, segundo os socorristas, estava ali a algum tempo devido a rigidez dos membros. Além disso estava com marca de disparo de arma de fogo na cabeça e amarrado com as mãos para trás, com enforca gato.
Diante disso foi acionada a Polícia Civil, Militar e a equipe do Instituto Geral de Perícia – IGP – para a remoção do corpo. Além disso foi confirmado que o cadáver pertence a um homem que estava desaparecido desde à 00h30 do dia 26 de agosto, horário em que um boletim de ocorrência foi registrado na PC.








