E aí, pessoal, tudo bem? Hoje eu tenho o prazer de apresentar para vocês um dos operadores mais criativos e experientes do Airsoft no Brasil, que já organizou e participou de diversas operações cheias de desafios e emoções. Estou falando do meu grande amigo, Jason Amaral, que nasceu em Natal, tem 48 anos, é pai de cinco filhas, fotógrafo e escalador de montanhas, além de ser um apaixonado pelo Airsoft.
Jason é um operador que busca sempre a máxima realidade nas suas operações, utilizando campos enormes, com muita trilha e confronto, simulando situações de combate reais. Ele também é adepto do estilo de jogo raiz, que prioriza o uso de munição limitada, magazines com a quantidade exata de bolinhas e equipamentos adequados para cada missão.
Eu tive a oportunidade de conversar com ele e conhecer um pouco mais da sua trajetória no Airsoft, suas motivações, suas dificuldades e seus planos para o futuro. Ele contou um pouco dos planos para o futuro em uma entrevista exclusiva. Confira alguns trechos:
– Conta um pouco sobre sua história no Airsoft?
Jason: Sou operador de Airsoft há 12 anos e faço parte da equipe BS SQUAD, que é uma das mais antigas e respeitadas do cenário nacional. Eu sou o líder da equipe, fundador e também o responsável pela comunicação e logística.
– Como você conheceu o Airsoft e o que te atraiu nesse esporte?
Jason: Eu conheci o Airsoft através de um amigo que me convidou para participar de um jogo. Eu achei muito divertido e desafiador, pois é um esporte que exige habilidade, estratégia, disciplina e trabalho em equipe. Eu também gosto da sensação de adrenalina e de estar em contato com a natureza.

– Quais são os seus equipamentos e armas preferidos?
Jason: Eu uso um colete tático, uma máscara, uma luva, uma bota e um uniforme camuflado. Eu tenho duas armas principais: uma M4, que é um fuzil de assault, e uma Bereta SRC, que é uma pistola. Eu também tenho alguns acessórios, como lanterna, mira, silenciador e granadas.
– Como você se prepara para as operações de Airsoft?
Jason: Eu procuro me informar sobre o local, o cenário, o objetivo e as regras da operação. Eu também faço um planejamento com a minha equipe, definindo as funções, as táticas e as rotas. Além disso, eu faço um treinamento físico e mental, para estar em boa forma e concentrada.
– Qual foi a primeira operação que você organizou?
Jason: Foi a Operação ONU, que aconteceu em 2013. Foi uma operação de grande escala, que envolveu mais de 100 operadores de todo o Brasil. O cenário era uma guerra civil em um país fictício, onde havia dois grupos rivais: os rebeldes e os governistas.
– Como começou a sua paixão pelo Airsoft e há quanto tempo você pratica?
Jason: Comecei a praticar Airsoft em 2012, quando um amigo me convidou para conhecer o esporte. Fiquei encantado com a adrenalina, a estratégia e o companheirismo que envolvem o jogo. Desde então, não parei mais de jogar e me aperfeiçoar.
– Conta algumas das principais operações que você organizou?
Jason: Operação ONU, em 2013, que simulava uma intervenção das Nações Unidas em um país em conflito.
Operação Caiçara, em 2014, que envolvia uma disputa entre pescadores e traficantes na costa brasileira.
MDN (Missão Deserto Negro), que já teve quatro edições e está prestes a ter a quinta, que consiste em um jogo de 18 horas sem parar.
– Qual o diferencial das suas operações?
Jason: Elas são na modalidade RA (Real Action), ou seja, o mais próximo possível da realidade. O tempo de jogo é longo, o campo é difícil e as missões são distantes. Isso faz com que os operadores tenham que se superar fisicamente e mentalmente.
-E como é o Jason fora do Airsoft?
Jason: Além de operador e organizador de operações, eu também sou fotógrafo, armeiro, pai e outras coisas. Eu gosto de fazer muitas coisas diferentes e me manter ativo. Eu sou instrutor de resgate em altura e de montanha, professor de fotografia e de trabalho em altura. Eu também faço brinquedos para crianças, arvorismo, tirolesas, pontes suspensas e balanços. Eu não sei quantos patchs eu tenho no meu mural, mas são muitos.
– E os planos daqui para diante?
Jason: Para esse final de ano, eu não tenho muitos planos, apenas jogar por aqui mesmo. Para o ano que vem, eu quero focar mais na minha equipe e continuar organizando operações incríveis. Quero focar na equipe BS e montar mais treinamento e montar uns acampamentos e algo mais focado para o aprendizado.
Foi muito interessante conhecer a história do Jason Amaral, não acham? Eu fiquei impressionada com a sua dedicação e paixão pelo Airsoft, e com certeza vou participar das próximas operações que ele organizar, pois ele sabe como fazer um evento de qualidade. Aproveita o instagram dessa fera, @blacksnakesairosft.
E para você que gosta de novidades, na próxima semana eu vou trazer um assunto muito legal: os colecionadores de patchs! Você sabe o que são esses adesivos que os jogadores de Airsoft usam nas suas roupas e equipamentos? Eles são uma forma de expressar a sua personalidade, o seu estilo e a sua amizade com outros jogadores. Eu vou mostrar alguns dos patchs mais bonitos, criativos e divertidos que eu já vi, e também como você pode conseguir, trocar ou presentear os seus amigos com eles.
Mas antes de ir embora, não se esqueça de me seguir nas minhas redes sociais: @paulinha_dmr. Lá você vai encontrar mais conteúdo sobre Airsoft, fotos, vídeos, dicas e muito mais. E também pode deixar o seu comentário, a sua sugestão ou a sua crítica, que eu vou adorar saber a sua opinião. Um beijo e até a próxima.








