Diego Djonatan Pereira, de 33 anos, foi identificado como sendo a vítima fatal de uma emboscada ocorrida na madrugada desse domingo, 13, em Barra Velha. Segundo a Polícia Militar, o assassinato ocorreu na Rua Waldemar Francisco no bairro São Cristóvão, por volta das 2h30, durante um bailão que ocorria no local. Até o momento ninguém foi preso.
Nas redes sociais, a mãe e a irmã da vítima, Elizete Góis e Mayara Pereira, postaram ‘Luto’ pela tragédia, seguida de dezenas de mensagens de condolências pela perda trágica na família Pereira. “Meus sentimentos. Que Deus conforte o coração de todos”, disse Elainne Ricardo Moreira.
Diego era natura de Rio do Campo, não tinha esposa nem filhos e nem passagens pela polícia. Ele, segundo Mayara, que conversou com exclusividade com o Portal danimeller.com na tarde de hoje, trabalhava com carga e descarga numa empresa próxima e era o responsável pelo sustento da mãe.
“Não temos ideia do que possa ter acontecido, ele era muito reservado, mas não temos notícia de que ele tenha se envolvido com algo errado. O que tenho de falar, é que ele era um ótimo irmão, um ótimo filho, brincalhão, sem maldade no coração e vai nos fazer muita falta. Por outro lado, esperamos que justiça seja feita e os acusados responsabilizados”, disse Mayara.
O CRIME – Ainda conforme a PM, acionada para atender a ocorrência, no local depois de confirmarem os fatos, os policiais conversaram com um funcionário do estabelecimento. Ele relatou ter ouvido um estampido vindo do banheiro, que gerou correria das pessoas presentes.
Em seguida, ainda segundo o funcionário, outros funcionários foram ao banheiro e encontraram o homem já morto, com um provável disparo de arma de fogo na região da cabeça.
Por conta do alvoroço, nenhum suspeito foi identificado naquele momento. Mas o que se sabe até agora, é de que o estabelecimento possui câmera que vai auxiliar a Polícia Civil durante às investigações, que devem iniciar assim que o inquérito seja instaurado.
Ainda segundo testemunhas, nenhum incidente a exemplo de discussão ou briga, foi registrada até aquele momento. Outras testemunhas, incrédulas com o que acabara de acontecer, falaram que foi tudo tão rápido que acharam ser uma brincadeira, de alguém estourando uma bombinha.
As guarnições fizeram uma varredura nas imediações, mas nenhum suspeito foi preso. Equipes da Polícia Civil, da Polícia Científica e do Instituto Geral de Perícia, também estiveram no local.








