‘Parece que virou moda’. Em menos de seis meses, esse é o segundo caso que intriga as autoridades policiais locais, na pequena cidade de Barra Velha, litoral norte catarinense. Um motoboy, entregador de uma lanchonete local, foi vítima de disparos de arma de fogo, mas depois de baleado, o corpo foi carregado pelos atiradores e desapareceu. O primeiro caso ocorreu no dia 21 de fevereiro, feriado de carnaval, e a vítima segue desaparecida até hoje.
Segundo informações repassadas pela Polícia Militar, que atendeu a ocorrência, era por volta das 22 horas quando o motoboy, que trabalha fazendo entregas para uma lanchonete local, fez uma corrida até o bairro São Cristóvão.
No local, a cliente que pediu o lanche, como de costume, saiu para receber o entregador e efetuar o pagamento, mas o que ela não imaginava, é que o motociclista seria alvejado por disparos de arma de fogo.
E o pior, é que depois de ser baleado, os responsáveis pela tentativa de assassinato ou homicídio propriamente dito, iriam resgatar o corpo e sumir com o motoboy. O corpo foi colocado dentro de um carro, e o condutor tomou rumo ignorado.
Em estado de choque e sem conseguir digerir o que acabara de acontecer, a mulher sequer conseguiu dar o depoimento à polícia. No local os policiais encontraram pelo menos 5 cápsulas de munição e certa quantidade de sangue.
A motocicleta que era conduzida pela vítima, ficou abandonada na rua. Diante do fato, o local foi isolado e as equipes da Polícia Civil, Científica e do Instituto Geral de Perícias, foram acionados para realizar os procedimentos de praxe.
Ainda segundo a polícia, a vítima, já identificada oficialmente, tinha passagens por crimes de tráfico de drogas e era membro de uma facção criminosa. Agora as autoridades estão tentando descobrir o paradeiro e desvendar se ele realmente foi assassinado ou se segue ferido.
PICANHA – O primeiro caso com o mesmo módus operandis, segue até hoje sem solução. Um homem conhecido por Picanha, foi emboscado e baleado num bar localizado no Morro do Colchão, também no bairro São Cristóvão. Até hoje nem vestígios do corpo foram localizados.








