Um homem de 28 anos, suspeito de estupro, crime que teria sido praticado contra uma mulher de 19 anos, foi liberado da delegacia de Itapema, litoral Catarinense, na noite desta segunda-feira, 17. Este é o segundo caso em menos de um mês. No primeiro, a vítima teria sido uma criança.
Segundo a Polícia Militar, na noite anterior, domingo, 16, a suposta vítima junto com amigos, estaria participando de uma festa que ocorrida na faixa de areia da Praia de Bombinhas no Centro.
Quando a guarnição foi acionada, encontrou a vítima sendo atendida na barraca da saúde, quando ela relatou o ocorrido. No momento em que a amiga saiu para comprar algo, um desconhecido a abordou e falou que queria a conhecer melhor e a beijou.
Em seguida, segundo a vítima, o homem a forçou ir até a passarela ‘onde a beijou mais uma vez, passou a mão por baixo da camiseta e chupou o seio’. Ele só parou quando a amiga chegou e a puxou. Em seguida elas saíram correndo e não o viram mais.
De acordo com as amigas, ele tinha aproximadamente 1.65m de altura, barba preta, pele branca, cabelo parecia ser platinado, olhos castanhos, magro, aparentemente entre 25 e 30 anos. Vestia boné branco, calça jeans e blusa camuflada de botão.
A equipe de segurança chegou a abordar o suposto autor, porém um grupo se formou nas proximidades para tentar agredi-lo. Neste momento iniciaram-se as agressões a ele. Os seguranças não conseguiram conter os agressores e o homem conseguiu fugir.
DIA SEGUINTE – Porém, cerca de 24 horas depois, já na segunda, 17, pouco depois das 21 horas, na avenida Governador Celso Ramos em Porto Belo, outra guarnição recebeu uma ligação anônima apontando o paradeiro do suspeito. No local o responsável autorizou a entrada dos policiais e o indivíduo com as mesmas características, foi localizado.
Diante das câmeras policiais, ele confessou que esteve no local da festa citada, que de fato ‘se envolveu com uma feminina’, que teria sido acusado de estupro e que depois de ser agredido conseguiu fugir.
Diante dos fatos ele foi encaminhado à delegacia, onde foi reconhecido pela vítima, mas, segundo a PM, o delegado de plantão não aceitou o flagrante, dispensando a vítima e liberando o suspeito que sequer foi qualificado ou muito menos sem ter sido instaurado um inquérito para apurar os fatos.
A redação procurou a Polícia Civil e aguarda retorno.








