Henry Zella Borges, de apenas um ano e três dias de vida, morreu na noite de ontem no Hospital Jaraguá, de Jaraguá do Sul. Ele perdeu a luta para uma meningite bacteriana, diagnóstico até então desconhecido da família. Henry era natural de São João do Itaperiú, no Norte do Estado.
Os pais, Daniel Borges e Maria Eduarda Zella, enlutados compartilharam a triste notícia nas redes sociais. “Ele era e sempre será nosso anjo, nosso motivo de alegria, a razão da nossa luta”, lamentou Daniel.
Na quarta-feira, 24, o pequeno Henry completou 1 aninho de vida. Na quinta de madrugada, com sintomas gripais, ele passou mal em casa e foi levado ao PA local. Após ser atendido e feito alguns exames, foi liberado. Na sexta-feira uma febre leve, mas persistente, voltou.
No sábado pela manhã, quando seria comemorada a festinha de aniversário, por volta das 16 horas, já convulsionando ele foi levado ao PA, estabilizado e posteriormente foi transferido ao hospital em Jaraguá onde ficou internado. Seis horas depois e após mais duas convulsões, descobriu-se que ele estava com pneumonia e devido a piora precisou ser entubado e levado para a Unidade de Tratamento Intensivo (UTI), onde sofreu sete paradas cardíacas.
Em seguida foi constatada a presença da meningite bacteriana e decretada morte cerebral. “A equipe tentou de tudo, não queríamos mais prolongar esse sofrimento e deixamos que ele se fosse”. A morte foi confirmada após às 22 horas.
Nas redes sociais moradores da cidade se solidarizaram: “Meus sinceros sentimentos! Sem palavras para descrever tamanha dor. Só peço a Deus que conforte o coração de vocês”, escreveu Perla Redmerski.
“Nossos mais profundo sentimentos a todos os familiares nesse momento tão difícil. Que Deus conforte o coração de todos”, reforçou Della Kloch, seguida de Mara Espíndola: “Quanta tristeza meu Deus. Não tem como se colocar no lugar dessa família. Sentimos muito”.
O velório e as últimas homenagens estão marcadas para acontecerem após às 16 horas da tarde de hoje na capela Mortuária no Centro de São João do Itaperiú. O velório acontece ainda hoje no cemitério local.









